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Como usar influenciadores de forma positiva

Influenciadores. O termo que tem andado muito em destaque quando o assunto são campanhas digitais. Trabalhar com criação de conteúdo é algo relativamente novo e o público está interessado nessas pessoas, principalmente por que geralmente elas são mais próximas do que o garoto-propaganda clássico, ator famoso, cantor ou celebridade. Isso chama atenção das marcas, afinal, é bem mais fácil do público assimilar a mensagem se ela vem de alguém que é querido por essa audiência.

Como essa tem sido uma estratégia recorrente de várias marcas, dos mais variados segmentos, acho que vale aqui algumas ideias de como trabalhar com criadores de conteúdo, ou influenciadores:

Experts definitivos no assunto? #not

O mundo vem mudando cada vez mais rápido. As coisas se consolidam cada vez em um período menor de tempo. Novidades como Internet 4G, câmeras frontais em celulares são coisas de, no máximo, 5 anos pra cá. O Facebook é a maior rede social há menos de 10 anos e outros fenômenos como Snapchat e Vine, vieram e já acabaram. Então não, não existe ninguém que saiba tudo sobre influenciadores. Até porque, surgem novos fenômenos a cada dia.

O influenciador é parte da campanha

É comum acontecerem discussões sobre o valor de um influenciador para a campanha. ROI, CPC, CPM e outros termos técnicos. Muita gente acha que por ter aquela pessoa ali, automaticamente a sua audiência vai comprar. Esse é um erro muito comum. O influenciador está ali para endossar o seu produto, não para converter. Portanto o influenciador não pode ser utilizado como única estratégia se o seu objetivo é conversão.

Conteúdo de qualidade

Cada vez mais a qualidade dos conteúdos produzidos em meios alternativos (não a TV) impressiona. Com o avanço rápido da tecnologia, coisas que só eram possíveis na Globo, hoje são perfeitamente realizáveis em um notebook, com a configuração e os softwares certos. Essa “facilidade”, aliada à assertividade de anunciar no meio digital, são uma arma muito mais poderosa do que anunciar em um comercial de 30 segundos na TV. Você vai acertar muito mais gente? Vai, mas qual a porcentagem de pessoas impactadas é consumidora de verdade da sua marca?

A diferença é muito simples. O preço é menor porque os influenciadores tem que fazer tudo de um jeito que tenha menos custo para eles. Como diz o ditado, a necessidade é a mãe da criatividade e o resultado de alguns canais é bem superior a produtoras profissionais.

A voz do influenciador e o envolvimento com a campanha

O melhor caminho para potencializar o uso de um influenciador é ser transparente. Contratar um influenciador não significa que a marca manda no conteúdo. Não existe nada mais negativo para a campanha do que uma marca que prejudica o conteúdo (e por consequência, a campanha) por causa de imposições. Claro que isso não quer dizer que o influenciador vai fazer o que ele quiser e a marca está lá presente. É um ajuste fino, onde ambos precisam se respeitar. Assim como a marca precisa ser respeitada, a marca do influenciador também precisa. Por isso é super importante que o influenciador seja escolhido com critério desde os primeiros estágios do planejamento e, após ser escolhido, participe de todas as fases desde o planejamento até o produto final, para que ele possa de fato fazer parte do processo criativo.

Como eu já disse inúmeras vezes por aqui: a internet não é um palanque, onde você sobe, dá um recado enlatado e sai. O feedback vem em tempo real. Da mesma forma, não faz sentido dar uma mensagem engessada, só usando a imagem do influenciador para espalhar o conteúdo. A campanha que utiliza influenciadores precisa ter a cara dele, sua assinatura. E quanto mais o influenciador participar do processo, mais fácil vai ser chegar na mensagem ideal.

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