ComportamentoSocial Media

Conteúdo em vídeo: custo X resultado

É inegável que a quantidade de conteúdo em vídeo nas redes sociais têm aumentado bastante, mas será que as empresas já perceberam sua importância? Parece que não. O estudo “Mídias Sociais 360º”, realizado pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da FAAP, mostra que grande parte das marcas ainda prefere o formato de imagens para posts – ainda que o Facebook dê um desconto para as marcas, aumentando o alcance orgânico para conteúdos em vídeo. Ou seja, o algoritmo criado pelo tio Zuckerberg acaba privilegiando conteúdo audiovisual postado na plataforma do próprio Facebook (nem tenta postar o link do vídeo em outros lugares, como no Youtube ou Vimeo, que esse alcance extra do FB não vai valer pra você).

Mas se é do interesse das empresas receber essa ajuda da rede, por que esse tipo de conteúdo só é utilizado em 25% dos posts das marcas? A resposta, é claro, envolve tempo e dinheiro. Na prática, a produção de conteúdo em vídeo tende a ser muito mais cara e exigir mais horas de trabalho – o pesadelo de toda e qualquer empresa.

Mas a parte mais importante é: de acordo com previsões, em 2019 cerca de 80% de todo o tráfego de dados da internet será gerado por vídeos online e, de acordo com o diretor do YouTube no Brasil, até 2020 o consumo de vídeos online deve ultrapassar o de TV em todo o mundo! E de uma perspectiva nacional, de acordo com o Google, 7 entre 10 usuários regulares de internet assistem vídeos e gastam pelo menos 10h semanais com esses conteúdos na internet.

A relevância desses dados, claro, nos mostra a tendência das redes e desse tipo de conteúdo na internet brasileira em 2017 – e mesmo nos próximos anos. Só resta as empresas resolverem se esses resultados que tanto desejam merecem tantos investimentos.

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Guilherme Aleixo

Guilherme Aleixo

Guilherme Aleixo é um nerd de carteirinha, viciado em seriados e livros e jornalista por formação. Com 27 anos, já trabalha na blogosfera há uns bons doze, revezando-se entre blogs, páginas, comunidades (no extinto Orkut) e até mesmo um pouco pelo mundo real. É um prazer, e a gente se vê por aí (ou não).

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